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Relacionamento com a família Buckup levou Dionysio Sulzbeck para o esporte a vela

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Relacionamento com a família Buckup levou Dionysio Sulzbeck para o esporte a vela

Manutenção de Equipamentos 24/11/2011
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Foi no ano de 1953, com 18 anos, que o representante comercial Dionysio Sulzbeck iniciou sua jornada na prática de velejar. O começo disso tudo se deu com o relacionamento com a família Buckup, que era estritamente velejadora. Após 48 anos velejando, Dionysio decidiu parar de competir para se especializar na função de juiz destas provas.

Dentre as maiores conquistas na vela, Sulzbeck diz que participou de muitas. “Em 1960, participei do Campeonato Paulista da Classe B de Snipper, venci e consegui pegar o primeiro lugar. Outro que tive a oportunidade de participar é o Campeonato Paulista de Oceano, em que também fiquei com a primeira colocação. Nestes anos todos, velejei bastante e aproveitei bem também”, conta.

Para Sulzbeck a motivação para permanecer no esporte náutico é justamente o contato com a natureza. “Sentir o vento, a liberdade e até mesmo ter que conviver com o tempo bom ou ruim nos motiva. É algo muito agradável. Apesar de estar como árbitro de regatas, eu continuo tendo toda esta experiência”, relata.

De acordo com Sulzbeck, há aproximadamente 37 anos atrás, em uma regata da Guarapiranga, Sulzbeck teve uma emoção muito grande. “Uma das situações mais inusitadas que passei até hoje foi quando velejava com a minha filha. Dirigia um Lightning, que é um barco maior, de 19 pés. Velejamos em três e chegamos a virar a embarcação por causa dos fortes ventos. Mas não tive muitos problemas graves. Hoje em dia é mais fácil ‘saber o que vai acontecer’. Naquela época não tínhamos a previsão do tempo. Esta consulta pode ser feita antes de sair para uma regata e, assim, fugir de apuros”, afirma.

Sulzbeck conta também que é necessário ter consideração com a natureza. “Devemos ter este respeito com o mar e nos proteger com agasalhos, pois, pode estar com sol forte na parte da tarde, mas esfriar no fim do dia. Outra dica que eu dou é andar sempre com bote salva-vidas, em caso de emergências. Tomando os devidos cuidados, o esporte fica agradável”, aconselha.

 

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Foto: divulgação