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Cuidados com a bateria do barco: como garantir uma vida longa a peça que alimenta a sua lancha

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Cuidados com a bateria do barco: como garantir uma vida longa a peça que alimenta a sua lancha

Mercado 10/01/2013
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Um das regras básicas que os navegantes devem seguir antes de embarcar é checar a carga da bateria do barco para evitar que o passeio acabe no meio do caminho, mas essa não deve ser a única preocupação dos marinheiros quando o assunto é bateria da sua lancha. Para manter a bateria em bom estado e evitar surpresas em alto mar é preciso tomar alguns cuidados na manutenção da peça. O Bombarco conversou com George Oliveira, engenheiro de produto da Moura, empresa fabricante de baterias náuticas, e pegou algumas dicas para você.

Tipos de bateria


Oliveira afirma que existem duas tecnologias para baterias náuticas: a VRLA e a ventilada. “A diferença entre as duas é que na VRLA o eletrodo está imobilizado em forma de gel ou no absorvente”, explica o engenheiro. Já na ventilada, o eletrodo não está imobilizado, o que exige que a peça trabalhe apenas na posição convencional.

Cada modelo tem sua vantagem. As baterias VRLA, além de terem uma vida útil mais longa (cinco anos, em média), também podem trabalhar em posições não convencionais, o que é bom em embarcações onde o espaço é restrito.

Já as baterias ventiladas são até 30% mais baratas que as VRLA e são mais resistentes a altas temperaturas, além de serem mais fáceis de encontrar, devido à existência de mais fabricantes nacionais.

É importante ficar atento ao tipo de bateria, pois o sistema de carga deve estar adequado à tecnologia da bateria. “Se o sistema de carga não estiver adequado, pode não carregar o suficiente ou demais, acelerando a morte da bateria,” afirma Oliveira.

Carga certa


Outra coisa que pode prejudicar o carregamento da bateria é um problema na conexão dos cabos, por isso é preciso checar ser eles estão bem fixados.

Oliveira também não recomenda deixar que a bateria descarregue completamente, pois isso também diminui a vida útil a peça. E a dá a dica: “No inverno [período em que as pessoas usam menos as lanchas], desconecte o cabo negativo para que a bateria não descarregue”. Apesar de a lancha ficar desligada, alguns itens do barco tem corrente elétrica parasita.

Sulfatação


A alta salinidade do ambiente ou má fixação dos cabos podem causar a sulfatação da bateria, o que prejudica seu desempenho. Oliveira avisa que o ideal é resolver o problema imediatamente, limpando a bateria com água morna e uma escova de latão.

Para evitar o efeito, o engenheiro aconselha os lancheiros a colocarem vasilina nos polos da bateria, criando uma camada de proteção, que previne ataque do ambiente externo.

 

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