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Greenpeace protesta na orla de Salvador, Recife e Rio de Janeiro

16/08/2010
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O protesto lembra o vazamento de um poço da empresa BP no Golfo do México (EUA) em abril, que deflagrou o maior desastre ambiental da história do país: a liberação do equivalente a cinco milhões de barris de petróleo no mar, paralisando a pesca e o turismo no litoral de quatro estados americanos e causando danos ainda incalculáveis a ecossistemas costeiros e marinhos na região.

Problemas de segurança não se restringem a exemplos internacionais. No Brasil, ao contrário do que alega a Petrobras, faltam condições de segurança e operacionais para exploração em alto-mar. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) acaba de interditar as operações da plataforma P33, no Campo de Marlim, Bacia de Campos (RJ). Desde março, funcionários denunciam as más condições da plataforma, que sofreu uma explosão, sem feridos, no dia 14 de julho. Ela está enferrujada, com tubulações corroídas e estruturas de proteção danificadas.

No Rio de Janeiro, apesar do frio atípico, a atividade reuniu trinta voluntários, entre pintados de 'óleo' e fantasiados de animais marinhos e chamou a atenção de quem passava na calçada de Copacabana. Sidney Brito Gusmão, colaborador do Greenpeace há dois anos, marcou presença: "O importante é chamar atenção para os riscos, pois a maioria desconhece", disse. A manifestação aconteceu também nas praias de Boa Viagem, Recife e Porto da Barra, Salvador

Redação Bombarco
Fonte: Greenpeace - http://www.greenpeace.org/brasil/
Foto: Francisco Cesar/Greenpeace