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Lancha que naufragou no Lago Paranoá, em Brasília, estava superlotada

24/05/2010
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O Corpo de Bombeiros de Brasília retomou as buscas das duas irmãs que estavam no barco que afundou em acidente na madrugada do sábado, dia 22 de maio, no Lago Paronoá. Segundo outra irmã das vítimas, que também estava na lancha, Liliane, 18, e Juliana Queiroz Lira, 21, não sabiam nadar.


Imagens gravadas pelo celular podem ajudar a esclarecer o motivo do naufrágio da embarcação. O vídeo confirma que havia onze pessoas a bordo da lancha de fibra de vidro e 5,40 m de comprimento. A capacidade máxima era para seis. As imagens foram feitas poucas horas antes da lancha afundar nas proximidades do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada.


A grande profundidade do lago tem dificultado o trabalho de busca das equipes de resgate. O piloto e também proprietário do barco, José da Rocha Costa Júnior, 33, afirmou que o grupo comemorava um aniversário, que o naufrágio ocorreu inesperadamente e que ele e outro ocupante do barco levaram uma hora para nadar até a margem e pedir ajuda.


Segundo o coronel, Rogério Santos Soares, que comanda as buscas, o piloto fez o teste do bafômetro, que indicou consumo de álcool, mas não embriaguez. A Delegacia Fluvial da Marinha já abriu investigação para apurar as causas do naufrágio. Segundo a Marinha, as documentações do condutor e do barco estavam corretas.


Redação Bombarco