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Primeiro Barco

Como guardar e transportar o barco

1º Barco 08/06/2015
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Quem compra uma lancha até 22 pés (na faixa dos seis, sete metros), não precisa, necessariamente, de uma vaga em marina ou clube náutico para guardá-lo. Pensando em facilitar a vida do consumidor, a indústria náutica nacional hoje fabrica modelos compactos nessa faixa de tamanho, que podem ser facilmente transportados e guardados na garagem de um prédio ou de uma casa.


As carretas, por sua vez, também ganharam em praticidade e resistência, oferecendo mais segurança e eficiência no transporte. Existem no mercado variados tipos de carreta diferentes modelos e tamanhos de barco. Importante lembrar que, antes de transportar uma lancha, é preciso saber se a potência do motor do carro que irá rebocá-la é suficiente para executar a tarefa. Lanchas e carretas maiores requerem carros mais pesados com motores mais potentes.


Quanto melhor a carreta, mais segura será a operação do reboque. Existem carretas de diferentes materiais: madeira, alumínio ou aço galvanizado a fogo. A escolha vai depender do tipo de uso que se fará dela (água salgada ou água doce). Carretas de aço protegidas com pinturas especiais (mesmo de epóxi), por exemplo, só servem para água doce.


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A manutenção da carreta também é importante para a segurança do transporte. Sempre que for retirada da água, molas, sistema de freios, cubos, ponteira (ponto onde ela se prende ao automóvel) e guincho devem ser lavados com água doce e lubrificados com microóleo. Os freios, por sua vez, devem ser revisados duas vezes por ano.


Caso o usuário não tenha como guardar a lancha na própria garagem, uma vaga em marina ou iate clube é a melhor solução e não é tão cara quanto parece, especialmente quando se leva em conta as facilidades que clubes e marinas oferecem, como sistemas cada vez mais modernos para a retirada da lancha da água, vagas secas e molhadas, segurança e serviços de manutenção e limpeza.

 

Com o barco na estrada


A legislação náutica brasileira (Lei Federal 9.537/97) não tem regras para o transporte de embarcações via rodoviária. Sendo assim, o transporte de um barco em estrada segue a legislação prevista no Código Nacional de Trânsito.


Alguns detalhes precisam ser acertados antes de iniciar o transporte de uma embarcação por estradas brasileiras. São eles:

  • Estar de posse dos documentos da embarcação e da carreta durante o trajeto;


  • Uma carreta para transporte de embarcações em rodovias deve estar licenciada (emplacada);


  • A embarcação precisa estar bem amarrada à carreta;

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  • É preciso verificar se as luzes de trânsito da carreta estão funcionando e se estão acopladas ao sistema elétrico do veículo que vai rebocá-la;


  • Sempre evitar alta velocidade ao rebocar uma embarcação e usar os princípios da direção defensiva;


  • Nas manobras de ré, a atenção deve ser redobrada. É preciso lembrar que a carreta vai para o lado oposto ao da traseira do carro;


  • Guardar sempre um bom espaço em relação ao veículo da frente;


  • Não exceder a capacidade de tração do carro. Além de forçar o conjunto propulsor e o sistema de freio do automóvel, há o risco de acidente ao frear;


  • Todo reboque cujo peso total (barco+carreta) ultrapassar os 500kg, precisa ter freio próprio;


  • Para saber exatamente o peso da carreta e do barco, a melhor maneira é passar por uma balança na estrada;


  • e o peso barco/carreta for maior que o esperado, retire do barco equipamentos (esquis, material de pesca e mergulho, malas, etc.) que podem se transportados na mala do carro. Se, ainda assim, o peso for maior, o jeito é trocar de carro;


  • Nas ultrapassagens não se deve esquecer que o tempo gasto para ultrapassar o carro da frente será maior que o normal e que o espaço em relação ao carro ultrapassado também precisa ser maior;


  • É preciso levantar o motor de popa ao máximo ou retirá-lo para evitar que toque o asfalto em virtude de lombadas ou buracos na estrada;


  • Sempre evitar freadas bruscas. É preciso dirigir com muita cautela e sinalizar com antecedência ao dobrar uma esquina;


  • É preciso fazer as curvas mais abertas, evitando que as rodas do reboque subam a calçada;


  • A colocação da embarcação na água, a partir de uma rampa inclinada ou numa praia, deve ser feita sempre de popa para a água. O ideal é poder contar com a ajuda de um guincho;


  • Durante um trajeto rodoviário, ninguém deve viajar dentro do barco. Da mesma forma, é preciso evitar objetos soltos no barco, para que não caiam pelo caminho;


  • É preciso estar sempre atento à altura máxima da lancha. No caso dos barcos a vela é preciso considerar a possibilidade de retirada dos mastros, caso haja no trajeto algum viaduto ou rede elétrica que sirvam de obstáculo à sua passagem.


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    Redação: Bombarco
    Fonte: Acobar
    Foto: Bombarco