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Compra compartilhada de lancha. Saiba tudo!

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Compra compartilhada de lancha. Saiba tudo!

Meu Barco 08/01/2019
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A aquisição de uma lancha por meio da compra compartilhada ou propriedade compartilhada é uma excelente maneira de ter um barco por um preço acessível e manutenção que cabe no bolso. O modelo de negócios, inspirado no sistema americano, existe no Brasil há mais de 10 anos e tem crescido juntamente com o mercado náutico.

De acordo com pesquisa americana um barco de recreio individual, ou seja, que tem um único dono é usado, em média, por 30 dias ao ano. Sendo assim, os outros 330 dias do ano se tornam apenas despesa com manutenção e guarda da lancha. No Brasil esse uso pode ser bem inferior.

O Bombarco, por meio do Guia do Capitão, entrevistou Leonardo Guariento, da Boatlux, empresa especializada na criação e administração de grupos de cotistas, para entender como esse sistema de compra compartilhada funciona e saber todos os custos envolvidos.

É possível comprar uma lancha de 300 mil reais por apenas 40 mil reais

Por meio do sistema de compra compartilhada o cotista entra em uma sociedade limitada e será dono, juntamente com outros sócios, do barco desejado. Os cotistas dividem também as despesas da administradora e manutenção do barco, bem como do marinheiro e local de guarda do barco.

De acordo com Leonardo, da Boatlux, a quantidade ideal de cotistas é de oito pessoas. Dessa forma cada proprietário consegue usar o barco duas vezes por mês:

“É um sistema em que o proprietário fica tranquilo com relação a manutenção da lancha”, disse Guariento.

O barco é comprado novo e o valor da compra é dividido por oito frações. Cada cotista é dono de uma fração. No exemplo citado de uma Royal Mariner 270, o barco no valor de 300 mil reais é dividido em oito cotas de 40 mil. É uma embarcação de 27 pés, com cabine, banheiro e toda infraestrutura para realização de passeios inesquecíveis.

Os cotistas terão uma despesa mensal com manutenção, marinheiro, marina, limpeza e administração que pode variar de acordo com a região do País. Segundo Leonardo no Rio de Janeiro o valor fixo mensal é de 800 reais para um barco de 27 pés. Além disso, existem também as manutenções programadas que deverão ser divididas pelos donos. E, os custos com combustível e alimentação para cada passeio também são por conta do cotista.

Por meio de um sistema de reservas, cada cotista se programa para usar o barco nas datas desejadas. Segundo a experiência da Boatlux, cada cotista usa, em média, 20 dias por ano. Em algumas datas mais desejadas a administradora realiza sorteio entre os interessados em usar o barco.

Conheça mais detalhes do sistema de compra compartilhada de lanchas no vídeo do Guia do Capitão 2019.



Mais informações: boatlux.com.br

Redação: Vanessa Leme
Foto: Divulgação

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