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Instituto Marinas do Brasil promove tecnologia e atualização para as marinas brasileiras em 2022

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Instituto Marinas do Brasil promove tecnologia e atualização para as marinas brasileiras em 2022

17/01/2022
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Instituto Marinas do Brasil promove tecnologia e atualização para as marinas brasileiras em 2022

 

O Instituto de Marinas do Brasil, fundado em abril de 1996, possui quase 26 de anos de atuação nacional e até mesmo fora do Brasil, dedicados ao desenvolvimento do setor náutico brasileiro.  Dentre fóruns, conferências internacionais e artigos publicados, o IMB se tornou referência na aprovação também de projetos junto à esfera pública brasileira, além de representar o nosso país em conselhos internacionais da indústria náutica.

 

                Recentemente o IMB passou por eleição da nova diretoria, que tomou posse em outubro de 2021, com um plano diretor desafiador e audacioso: uma das metas para 2022 é cadastrar e catalogar todas as marinas e garagens náuticas do Brasil. É um trabalho minucioso e imprescindível, segundo o presidente do instituto, Marco Antônio Castello Branco:

                “Esse mapeamento é fundamental para o desenvolvimento do turismo náutico brasileiro. Não se trata somente de cadastrar e catalogar, mas também de auxiliar na fiscalização das marinas ativas no país”. O trabalho já vem acontecendo com o auxílio técnico dos estudantes do curso de Gerenciamento de Marinas e Garagens Náuticas da FATEC JAHU – o que é excelente também para os estudantes, que já vão sair do curso com experiência prática nessa área de gerenciamento de marinas.

 

                O Brasil possui uma costa navegável de água salgada com mais de 8.000 km e aproximadamente 35.000 km de rios e represas navegáveis – água doce. Ou seja, o país possui um potencial náutico extremamente rico e pouco explorado, e essa organização que está sendo feita pelo IMB é essencial para o desenvolvimento náutico do país, que tem como consequência direta a geração de empregos e o incremento econômico das regiões envolvidas.

 

                Segundo Castello Branco, o principal entrave para o setor náutico brasileiro é a legislação que se tornou obsoleta com o passar dos anos e precisa de reformulação urgente, de acordo com as novas tecnologias aplicadas na construção das marinas atualmente. Em países como a França por exemplo, que possui extensão territorial infinitamente inferior ao Brasil e com o clima menos privilegiado, é possível encontrar marinas públicas de utilização gratuita e que são mantidas pelo governo francês, além de cursos gratuitos de pilotagem acessíveis a todos os cidadãos.

 

O IMB vai capitanear o projeto que visa a atualização da legislação brasileira e para isso conta com um time de peso: O Fórum Náutico Paulista também faz parte do grupo, também a iniciativa privada com o corpo jurídico especializado, apoio do SOS Mata Atlântica, da CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), e de renomados ecologistas brasileiros que vão participar. Para Castello Branco, “A ecologia como um todo e a preservação do meio ambiente são irmãos do turismo náutico. Precisamos do verde, da água limpa, da fauna e da flora preservadas para alavancar o turismo náutico brasileiro. Não é só uma questão de lazer, é um fator preponderante para a geração de empregos e retorno econômico para o nosso país”.

 

A fim de manter todos os navegadores e interessados atualizados sobre os projetos do Instituto de Marinas do Brasil, está previsto também para 2022 um novo site com conteúdo 100% responsivo, ou seja, acessível de qualquer plataforma mobile, uma vez que mais de 58% da população brasileira acessa os sites exclusivamente pelo smartphone.