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O que falta para o mercado náutico deslanchar
O contínuo crescimento do setor náutico no Brasil, fruto de opções de financiamentos de até 100 parcelas, como se vê no setor automotivo, e modelos de lanchas também mais acessíveis, faz com que necessidades básicas e urgentes, como mão de obra qualificada e melhoria da infraestrutura marítima, sejam foco de atenção.
Especialmente em Santa Catarina, onde há concentração de 15 estaleiros, sendo que um deles é o maior fabricante de lanchas acima de 30 pés, a urgência é bem evidente. Mesmo com a recente abertura de três novos estaleiros na região, a fila de espera por um barco pode ser de até quatro meses, em função da demanda emergente.
O Estado oferece medidas tributárias para favorecer a competitividade com Rio de Janeiro e São Paulo. Segundo o presidente da Associação Catarinense de Marinas, Garagens Náuticas e Afins (Acatmar), Luiz Lunardelli, a alíquota de ICMS em SC foi reduzida de 25% para 17% e depois para 7%, mesmo patamar que os estados concorrentes:
“O resultado disso é que alguns estaleiros permaneceram aqui e outros estão chegando, como o italiano Intermarine”, explica Lunardelli.
Apesar de a mão de obra catarinense na indústria náutica ser apontada como padrão de excelência e qualidade, ainda há vagas abertas nos estaleiros. Para dar conta de atender os pedidos, algumas empresas promovem cursos internos.
Redação Bombarco
Fonte: Diário Catarinense